 Para quem começou aos 15 anos com um violão folk e algumas músicas divulgadas pela internet, Mallu Magalhães - hoje com 17 - parece uma veterana. A cantora e compositora esteve em Floripa no início de dezembro para gravar o clipe da música "Shine Yellow", faixa de seu segundo e recém-lançado álbum. O cenário escolhido foi o Costão do Santinho Resort & SPA, pois, segundo ela, “é o lugar ideal para captar o tema da música, que lembra o verão, praia e um clima de festa”. Ampliando o horizonte musical e ignorando a tradicional pressão para o sucesso do segundo disco, Mallu contou com exclusividade à Palavracom como encara a evolução do seu trabalho e como a Ilha já faz parte de sua história musical.
Dois álbuns em menos de dois anos. Foi difícil compor em tão pouco tempo? – Não, pois componho muito, o suficiente para lançar mais de um disco por ano. Infelizmente isso não é possível diante das regras do mercado, mas penso em trabalhar com lançamentos menos espaçados e com um conteúdo menor, como nos EPs.
Seu primeiro trabalho traz muita influência do folk, mas parece que o novo disco traz outros elementos. – É uma evolução natural e desta vez tive tempo para pesquisar novos temas e estilos. Estou ouvindo muito mais música brasileira que antes, por exemplo. “Shine Yellow” é um reggae...
Em Floripa, você fez o quarto show da carreira, em 2008, e volta para gravar um vídeo clipe. Porque a escolha da Ilha? – Aquele show em Floripa no ano passado foi muito importante. O local estava lotado e foi um termômetro para minha popularidade. A escolha do Costão do Santinho foi perfeita para o clima da música, que tem tudo a ver com praia e verão. E ainda aproveitei para curtir o resort.
Foto: Marcus Quint/Costão do Santinho
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