O MOS, de tanta gente boa

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    Em 1984, em meio a mais uma grande enchente no estado (em especial no Vale do Itajaí e região norte), o Movimento de Oposição Sindical (MOS) tentou mudar os rumos do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina. O primeiro round acabou empatado e perdemos no segundo turno. Não fiz parte da chapa, mas trabalhei muito por aquela mudança. Era uma frente de profissionais muito qualificados e, sobretudo íntegros e identificados com o novo perfil que o jornalismo adquiria em Santa Catarina. Ayrton Kanitz (professor da UFSC), era o candidato a presidente. Na foto, ele está na ponta da mesa, com a mão no queixo. Ao seu lado, de boina, o lendário fotógrafo Ingo Penz, com Nei Manique e Sergio Lino, mais à esquerda. Também estão Marco Cezar (sem bigode, acreditem!), James Tavares, Alfredo Bessow, Serge Goulart, Moacir Loth, Arthur Scavone, Bonifácio Thiesen e Evory Pedro Schmitt. Estou conversando com o falecido e igualmente lendário repórter-fotográfico Rivaldo de Souza, no fundo à esquerda. A chapa também tinha Maria Lins, Aline Bertoli, Sergio Lopes, José Augusto Gayoso, Randolfo Decker, Gilmar Martins, Celso Vicenzi, Marcos Bedin e Hugo Pandolfi. A reunião foi logo após sabermos do empate (84 x 84, salvo engano), para tratarmos do segundo turno. O local era um restaurante do mezanino do Terminal Rodoviário Rita Maria e desconheço o autor da foto, mas suspeito que tenha sido o Tarcísio Mattos.

    Por Carlos Stegemann