Covid-19: Falências e desemprego corroem a economia de Florianópolis

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Em pouco mais de 30 dias de inatividade e sem faturamento, são 2 mil negócios a menos na economia de Florianópolis – 64 por dia, em média. Os números integram uma pesquisa do SEBRAE/SC, em parceria com a ACIF, CDL Florianópolis, ACATE e Abrasel, finalizada na tarde desta segunda-feira (20). Até o momento, são 41 mil pessoas que perderam seu emprego formal na capital catarinense – Santa Catarina já soma 406 mil demitidos.

A pandemia de covid-19 é uma preocupação inerente a todas as entidades empresariais. Desde o início do isolamento social, a Associação Empresarial de Florianópolis (ACIF) acolheu não somente os associados, mas todo o setor produtivo da Capital para que os efeitos sejam minimizados. “Além do apoio de linhas de crédito, informação e orientações, a ACIF foca nos procedimentos necessários para que todos operem de forma segura e responsável. A abertura gradual atende a uma necessidade urgente”, afirma Rossoni.

Se a boa notícia de que a curva desta infecção está em queda e o percentual de leitos disponíveis é de aproximadamente 85% em Florianópolis, o gráfico de desemprego da população não para de crescer – fator que deve ser levado em conta já que também atinge a saúde de todos. “Estamos unidos, preocupados e prontos para enfrentar esta crise, respeitando as orientações dos governos estadual e municipal. É hora de achatarmos também a curva do desemprego, com planejamento e visão multidisciplinar sem descuidar da saúde, levando em consideração todos os aspectos que preservem a vida. Precisamos avançar sem voltar atrás, pois o retardo na retomada já demonstra uma tragédia sem precedentes” finaliza.

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